- Não podes distorcer o meu espaço jovem arrogante – Dizia
Turo, caminhando de mãos nos bolsos em direção a ele
- Isso é o que vamos ver – Disse Hugo
- Queres ver? Eu mostro, não tenho problema – Disse Turo,
visivelmente drogado e sorridente, perturbado
O silêncio feroz, rasgado como carne por garras invisíveis. Foi assim que o som entrou nos tímpanos de Hugo. Que som foi esse? Vazio, em eco, mas com impacto. Esse som veio do pescoço de Filipa a estalar, matando-a. Lágrimas caíram do rosto de Hugo…
- Não devias de ter feito isso… - Disse Hugo, com uma voz
vazia
Turo riu-se. Mas o seu riso rapidamente perdeu o folego e desapareceu como se caísse num poço sem fundo. Os
olhos de Hugo reflectiram toda a raiva e ódio do mundo diante de si. Um circulo
de energia azul roda em volta de Hugo. Esse circulo aumenta, até ter várias
dezenas de metros de diâmetro. Dos pulmões de Hugo apenas se ouve o grito
ensurdecedor. O mundo à volta de Turo e Hugo começa a desfazer-se, enormes
pedaços de terra flutuam, arranha-céus quebram-se ao meio. Turo explode em
vários pedaços. Mais 3 segundos e o planeta Terra era despedaçado a meio:
Felicia aparece no ultimo segundo e toca na cabeça de Hugo, controlando-o.
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